Bem, naum sei quem escreveu aih, mas disse que eu sei escrever mto bem pra qm tem 12 anos... Tah me chamando de pirralho, eh? Meu aniversario eh no dia nove do mes que vem e naum tenta tirar uma com a minha cara naum! Além do maais, eu dei uma olhada no perfil de quem falou isso e ela tinha a mema idade \o\ :P
Tambem falaram aki que o Fa'Diel tem que sair de rook. Com certeza, alias, eh isso que vai acontecer no capitulo de hj! Ele vai (finalemente) sair de rook! Leiam e comentem plx! :riso:
Capítulo VIII
A escolha dos Demônios
Meu nome é Opall e eu vim terminar o que já foi iniciado aqui sobre as minhas visões.
O jovem Fa’Diel estava pensativo, ao lado do corpo do falecido Cipma. Ficou lá por algum tempo, até o sol se pôr completamente, entrando em cena à noite. A noite estava realmente muito bonita. As estrelas se combinavam em constelações imaginárias, que revelavam signos e esperanças tibianas. As luas estavam lindas. Suas cores variavam do azul ao amarelo e realmente se tornavam muito bonitas, já que a luz dos sóis (Fafnar e Suon) era refletida nelas, para todo o mundo. Eram maravilhosos, esplendidos, surpreendentes, magníficos, admiráveis, extraordinários, inconcebíveis, excêntricos, incríveis, singulares, enfim, todos os mais belos adjetivos existentes e que têm repercussão famosa em todo o Tibia.
Por um tempo, como já disse, Fa’Diel ficou lá até que aconteceu. O povo subiu no telhado também, e ficou pasmo ao ver aquela cena terrível. O monge estava morto, mais um monge estava morto. Era inadmissível algo assim!
– O... O mestre Cipma...! Maldito! Ele matou o Mestre Cipma! – Um homem gritou.
– Funesto do Inferno! Você vai se danar, seu filho de uma égua endiabrada! Seu pai, aquele bode maligno deve ficar orgulhoso, não é Senhor Príncipe das Trevas? – Xingou assim, uma mulher gorda que segurava uma tocha.
– Isso é coisa dos demônios! Vamos acabar logo com esse diabo infeliz! Não podemos deixar que esse desgraçado prolifere seus satanases pelo mundo! – Falou um homem, segurando uma lança pontiaguda.
Assim, o povo saiu correndo atrás de Fa’Diel, que, ao ver aquilo, correu para fugir. Fa’Diel, com um salto; retornou ao chão, saindo do telhado. O jovem olhou para cima, pensando ter enganado a multidão que procurava assassiná-lo, mas viu que tinham muito mais pessoas no chão, dispostas a matá-lo em nome da vingança. O espadachim correu, correu e conseguiu despistá-los entrando em uma floresta. Essa floresta ficava ao sul do vilarejo e era habitada apenas por coelhos e cervos. Eu vi que o jovem olhou para trás, prevenido e sentou atrás de uma moita para descansar. Ele colocou-se em posição fetal e começou a chorar. Deu-me uma vontade de acariciá-lo, para quem sabe, satisfazer-lhe a incompreensão. Nada podia fazer.
Foi então, que os coelhos e cervos começaram a se aproximar de Fa’Diel. Esse achou aquilo algo esquisito. Eles começaram a fazer-lhe carinho. Um sorriso brotou na face cheia de lágrimas do homem, o homem garoto. Senti-me feliz, juntamente com os coelhos, cervos e Fa’Diel. Mas algo espantou os coelhos de súbito. Aquela multidão de pessoas gritando e correndo pela floresta, segurando tochas e armas, prontas para linchar o jovem que conseguira fugir acabaram atemorizando as pequenas criaturas, que foram se esconder longe. Foi então que Fa’Diel sentiu raiva. Desculpe, usei as palavras erradas. Fa’Diel sentiu ódio, ódio das pessoas humanas. Uma aversão incontrolável brotava infinitamente no coração do jovem. Senti que ele estava gerando uma força assustadora dentro de si. Ele levantou-se, deixando-se à amostra da população. Um homem o viu e gritou para o resto das pessoas:
– Hei, olhem aqui! Achei o baldio em meio das folhagens! Venham matá-lo!
Os homens avançaram com fúria, mas não avançavam para matar Fa’Diel, pois senti que aquele não era mais Fa’Diel. Seus olhos inspiravam atos malignos e, com um sorriso na face, o desconhecido virou-se e retalhou os aldeões em uma chuva de sangue repugnante. Fiquei com medo. Cabeças rolaram indefinidamente e as partes mais impossíveis de um corpo humano foram dilaceradas como se fossem uns punhados de animais em um matadouro. Algo estranho ocorreu: Com uma gargalhada, Fa’Diel comemorou seu fútil triunfo sobre aqueles desesperados cidadãos.
– Há, Há, Há, Há, Há, Há, Há! Há, Há, Há, Há! – Era uma gargalhada diabólica, totalmente monstruosa e cruel. Morri de medo. Foi então que ouvi uma voz chamando. Não entendi bem o que disse, mas Fa’Diel respondeu assim: – O sangue que domina esta terra será transformado em fantasmas que vagarão infinitamente pela terra. Não passarão pelo portal das almas! Há, há, há!
Foi então que eu ouvi claramente uma voz sinistra que indagou para Fa’Diel exatamente isso:
– Estás pronto para aceitar seu destino, filho meu? – A voz vinha de lugar algum.
– Não só pronto, pai, mas também totalmente inovado – Respondeu o jovem, sempre sorrindo e com uma expressão medonha no rosto.
– Em qual cidade iniciará a sua longa jornada em pró do mal? Carlin, cidade comercial e de grande população, Venore, cidade localizada em meio a um pântano perigosíssimo, ou Thais, capital do Continente e maior cidade tibiana?
– Irei primeiramente para Carlin, onde procurarei os melhores meios para formar um exército do mal.
– Tem certeza disso?
–... Humpf! Claro, não sou indeciso!
– E qual vocação você se habitará a ser? Um corajoso cavaleiro, um nobre paladino, um misterioso druida ou um poderoso feiticeiro?
– Não gostaria de ser nenhuma dessas estúpidas vocações, mas se é para me focar em alguma, serei um bruxo, mas não um bruxo qualquer. Serei um feiticeiro corrompido pelas forças de Zathroth que vai totalmente contra as forças benignas de Uman! Há, Há, Há! Um demônio livre das prisões eternas!
– Tem certeza disso? Essa decisão é irreversível!
– Mais certeza do que tenho agora é impossível! Há, há, há...!
Depois da gargalhada, ele sumiu, juntamente da voz vinda do além. Havia ocorrido algo que nem mesmo eu entendera. Fa’Diel tinha se modificado totalmente, sendo metamorfoseado em uma criatura que cultua o ódio acima de tudo. Para onde essa visão ia me levar? Não sei. De repente, um grande clarão envolveu a minha vista, apagando lentamente aquela cena cheia de cadáveres. Quando o clarão cessar, verei se estou mesmo no lugar com o outro Fa’Diel.
Tah aih... Eu dei uma pirada no Fa'Diel pra ele retornar as origens, mas nada que prejudique muito. Rook, Bye! :)
