Pessoal... ;}
O capítulo 4 não vai ser lançado esse sabado... mas ñ demoro a postar ;}
Abraços x}
:palmas:
Versão Imprimível
Pessoal... ;}
O capítulo 4 não vai ser lançado esse sabado... mas ñ demoro a postar ;}
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Capitulo um: Olhos abertos depois das dez
O Sol brilhava no grande céu azul, limpo, sem nuvens, que deixava o local mais lindo do que era. Zanon, um povoado medieval que ficava numa ilha não muito grande, mas suficiente para servir de moradia para camponeses que lutavam para sobreviver, praticavam a caça, a pesca e outras atividades que servem de sobrevivência. As pessoas que conseguissem dinheiro o suficiente pagavam para serem transportadas à Dorah, o continente principal que se subdividia em sete locais. Muskava, Egnoquisita, Oraclon, Ab. Notedonte Luksnovaska, Crosbaton e Davil Moren. As pessoas começavam a caça desde crianças para ajudar suas famílias. Um grande exemplo de família assim era a família Dart. Uma mãe que cuidou sozinha de quatro filhos desde quando nasceu Cryn e Vanessa. Seu marido foi morto tentando ultrapassar os mares para chegar até Dorah. Elizabeth, 55 anos, cuidava de Cryn, Vanessa e Dorius. O mais velho, Huppert, não vivia mais ali, impressionou a família quando chegou com o dinheiro o suficiente para pagar ao Oráculo para ser transportado para Dorah, desde então vivia lá e de vez em quando mandava alguma carta para dizer se estava tudo bem. Huppert era o mais velho, tinha 19 anos, logo depois vieram Cryn e Vanessa, 14 anos, e por ultimo Dorius, 11 anos.
Zanon tinha um campo não muito grande. Nesse campo habitavam outros tipos de tribos que também lutavam para conseguir viver, um exemplo era a tribo dos Trolls, esses Trolls tinham o hábito de viver em cavernas, sempre juntos para se prevenirem de seus predadores, os humanos. Outra tribo era de Orcs, esses, com certeza formavam a maior tribo de Zanon. Eles possuíam a própria linguagem para não serem ouvidos por seres humanos. Orcs viviam em perfeita harmonia com qualquer criatura. Infelizmente para o ser humano, as tribos eles estavam sozinhos, pois por as tribos mais diferentes que eram não se enfrentavam. Mas sempre os seres humanos tinham uma inteligência muito maior do que Orcs e Trolls, isso trazia vantagens. E e era numa tarde fria de Novembro que, o jovem Cryn, usufruía de sua inteligência superior aos Orcs e Trolls, para conseguir dominar o dinheiro dos mesmos. Ele costuma ir sempre à mesma caverna e fazia o máximo possível para juntar o seu dinheiro para poder ser mais um habitante de Dorah.
Passaram umas horas, e Cryn voltava para casa. A casa da família Dart não era grande, era bem simples. Nada de móveis, apenas algumas coisas feitas por Huppert na época em que ele morava por lá. Em um quarto Cryn entra e não vê ninguém, a casa esta vazia. Vanessa costumava sair com sua mãe à procura de comida, e Dorius, estava tomado pela rebeldia, e saia de casa para fazer nada. Dorius sempre foi diferente dos outros, o típico mal humorado da família que em qualquer momento ficava irritado com qualquer coisa.
Cryn jogou o que conseguiu encima de uma peça de madeira tomada pelos cupins, e deita-se no “sofá” feito com pele de coelho. Cochila por algumas horas e acorda com barulho. Eram Vanessa e sua mãe.
− Cryn, você não vai acreditar! − Vanessa chega empurrando Cryn pra um canto do sofá.
− Ficamos presas na ponte Sul, Trolls por toda parte − conta Elizabeth. Eles tentam, tentam, tentam, e nunca conseguem invadir nossa cidade − Elizabeth coloca um pequeno saco de pano velho no chão e da um beijo na testa de seu filho.
− Droga... Eu nunca pego essas invasões − Reclama ele − Hoje trouxe 90 Zats. − Cryn pega um dos sacos que jogou a pouco na peça de madeira e mostra pra mãe. Zats eram pequenas peças de cobre que era usado como dinheiro. Cem Zats resultavam em um Orby e cem Orby resultavam e um Meganum.
− Muito bom. Quantos faltam para conseguir a passagem? − perguntou Elizabeth despejando o dinheiro em outra peça de madeira, essa maior do que a outra.
− 10 Orby − Respondeu Cryn pegando metade dos Zats que trouxe de sua caça.
− Pois é, tem que se esforçar mais se quiser chegar até aquelas benditas terra um dia − Disse Elizabeth pondo sua mão no ombro de seu filho.
− Será que um dia chegarei lá mamãe? − pergunta Vanessa com um olhar de esperança
− Me orgulharei muito se seus pés estiverem em Dorah minha filha − Comentou Elizabeth emocionada com sua filha. Elizabeth pegou os Zats restantes da peça de madeira e colocou-os de volta ao saco e guardou num pequeno buraco na parede.
− Temos ajuntado bastante as economias daqui de casa meu filho. Você tem ajudado muito − Disse Elizabeth olhando o monte de sacos que havia no buraco − Tem guardado todo seu dinheiro bem seguro não é mesmo?
− Sim, estive contando esses dias e vi que já tinha 20 Orby. Contando com aqueles que foram enviados por Huppert.
− Falando no Huppert, ele não escreveu mais − Interrompeu Vanessa.
Elizabeth parou, lembrava do filho Huppert que há um ano não via. Elizabeth às vezes pensava que se Huppert ficasse seria melhor. Mas morar em dorah era o sonho de todos os habitantes de Zanon. Lá era uma terra cheia de luz e mistérios. Lugar que todos zanóvinos sonhavam em viver. Apesar de que em Dorah havia muitas tribos a mais do que Zanon, com certeza. Isso que trazia uma preocupação a mais para Elizabeth. Será que em um ano seu filho Huppert conseguirá amigos o suficiente para se defender das tribos? Mas Elizabeth sabia que nenhuma criatura ameaçadora invadia as cidades de Dorah, caso alguém vá a enfrentar alguma delas, vai saber o que levar para se defender.
Passaram-se algumas horas e a noite começara a cair. Os moradores do subúrbio começam a deslocar-se para suas casas e a praça central em questão de segundos fica vazia. Apenas para as pessoas que saiam para ficar com seu par a luz do luar. Mas não era sempre que se via um casal de namorados pela praça apreciando o cenário medieval que Zanon oferecia. Aquela noite era uma dessas. Deserta, sem nenhuma alma para dizer se a lua estava bonita. Pequenas chamas começam a ser acesas nas casas para iluminar o pouco tempo em que as famílias ficavam acordadas. Por volta das dez horas, Zanon sonhava intensamente todos os dias. Mas antes que esse horário chegasse, as famílias costumavam conversar durante a noite. Isso era o que acontecia na casa de Williams. Um velho senhor que vendia artigos para caça numa pequena loja na praça central. Ele e sua esposa Brenda contavam sobre o que fizeram durante o dia e também contavam experiência passadas. Sempre repetidas, mas gostavam de lembrar sobre o passado antes das dez horas.
− Hoje tive que correr atrás de dois pestinhas que roubaram três cordas para amarrarem um Troll que estava à beira da morte para brincarem de índios. − Comentou Williams enquanto sua esposa aquecia chá num bule velho.
− Acho que esse seu comércio é muito cansativo para você, Will. − Disse Brenda despejando divididamente o chá em duas xícaras.
− Se eu parar não vamos mais tomar esse chá todas as noites minha amada. Sabe disso, e é bom eu trabalhar porque me da disposição para continuar a ficar aqui, lembra-se de quando tentei atravessar as fronteira com o Dart Pai? Nunca esquecerei aquele dia. Fui o primeiro a alcançar Dorah sem precisar pagar nada. E me arrependi totalmente quando vi meu amigo ser morto pelos guardas. − Contava Will − e durante todos aqueles quatro anos que fiquei em Dorah, não houve um dia que não senti arrependimento. Foi aí então que paguei para voltar a Zanon...
Enquanto William contava sobre suas experiências passadas, Brenda levantou-se com sua xícara de chá na mão e olhou pela pequena janela daquele cômodo.
− Will... − Disse Brenda interrompendo as historias de Williams.
−... Diga minha flor.
− Zanon tem visita − Brenda deixou a xícara cair sobre o piso de madeira.
A cidade pegava fogo. A praga começava.
Capitulo dois: O segredo de Williams
Os Trolls e Orcs invadiam todas as casas, atacando fogo por todos os lados. As pessoas corriam de suas casas e viam tudo em chamas. Guerreiros se preparavam para a batalha. Os Orcs e Trolls recebiam comandos de dois lideres que comandavam o exercito. Os habitantes da pequena cidade corriam desesperados enquanto os caçadores e guerreiros atiravam toda sua força contra os causadores da praga.
Na casa da família Dart, Cryn corria para pegar equipamentos necessários para matar os Trolls e Orcs. Elizabeth corria desesperada para proteger Vanessa e pegar o dinheiro.
− Mãe, esconda Vanessa − Gritou Cryn enquanto sua casa fervia por causa das chamas.
− Não faça nada de errado meu filho, não vá se descuidar, lá fora não existe apenas Orcs e Trolls, existem tribos furiosas querendo vingança − Gritou Elizabeth ao mesmo tempo protegendo Vanessa de pedaços do teto que caia.
− CORRA! − Implorou Cryn quando percebeu a casa desabando.
Ele foi jogado para fora devido a uma explosão. Sua casa estava desabando. Sua mãe e Vanessa estavam lá dentro. Uma lagrima escorreu pelo seu rosto, sua casa estava no chão.
Foi interrompido por um troll que segurou ele e por pouco não enfia sua uma espada em sua barriga. Mas Cryn foi mais rápido. O Troll caiu morto e Cryn começou a lutar contra o restante dos monstros.
− SUAS CRIATURAS DEMONIACAS, VÃO QUEIMAR NO INFERNO. − Gritava ele destruindo os Trolls e Orcs.
Um rajado de luz branca enche o lugar. Esse rajado jogou vários Trolls, Orcs e humanos para longe do lugar. A Luz branca viera de um cajado. Aquele cajado estava em mãos de Williams.
Varias pessoas inclusive as criaturas olharam para Will, todos surpresos. Ele fizera uma magia em Zanon. Trolls e Orcs correram, mas os lideres ficaram. Cryn levantou-se e por um segundo esqueceu de sua Família. Ele correu em direção aos destroços ainda em chamas. Comeu a tirar tudo do caminho e uma pequena explosão foi feita.
Tijolos e pedras voaram para todos os lados. Alguns continuavam a olhar para Will não acreditando no que viam. Outros olhavam para o centro dos destroços na casa dos Dart. Enxergaram um corpo flutuando em direção a eles. Olhos vermelhos foram aparecendo e todos viram visivelmente quem era. Era Vanessa. Ela estava diferente. Com um aspecto demoníaco. Assustador.
− Vanessa, ainda bem que esta viva, temos que procurar a mamãe. − Gritou Cryn abraçando Vanessa.
− Mamãe esta morta − Disse Vanessa num tom frio.
− NÃO DIGA ISSO − Gritou Cryn chorando − Temos que procurar ela.
Numa fração de segundos Vanessa despencou no chão. Ela fechou os olhos e Cryn chorou sobre ela.
− Acho que vocês já estragaram demais por aqui − Disse Williams voltando para os dos lideres.
− Creio, que não foi o bastante− Disse um deles
Todos voltaram os olhos para eles. O Líder Orc acabara de dizer a linguagem humana. Uma pausa foi feita. Will olhou para os lados e começou a ver em volta de todos.
− Bom, acho que temos alguém que esteve dando aulas de língua moderna para esses lideres não é mesmo − Disse Williams olhando para o lado. Com sua perna mancando foi até Cryn, que ainda chorava sobre a irmã.
− Filho leve-a para minha casa, Brenda se esta lá. Não se preocupe que já encontraremos sua mãe − disse Will levantando Cryn.
− Mas sua casa não foi destruída? − perguntou Cryn pegando a irmã no colo.
− Depois falamos nisso, mas não demore − disse Will empurrando ele em direção a sua casa.
Will virou para os lideres e com seu cajado na mão perguntou:
− Agora sim, quem foi o traidor? − Perguntou indo em direção aos dois.
− Boa pergunta − disse um dos lideres olhando para as pessoas que os viam − Antes de falar, queria dizer que é um prazer em saber que há um traidor entre os humanos de Zanon.
− Será punido... − disse Will.
− Posso dizer − Disse o líder dos Trolls − Mas antes, não somos os únicos que tem de responder algo aqui.
Por algum segundo ninguém disse nada, e o silencio foi quebrado.
− Na verdade, são sim. − O dono da voz que quebrar o silêncio descia umas escadas de mármore branco e ia em direção ao centro de Zanon. Era um homem com uma aparência de estátua se aproximava da multidão de pessoas.
− Will, muito obrigado pela proteção − disse o homem de pedra.
− Saudações Sr. Oráculo − disse Will ao ver o homem.
− Vejo que o Oráculo sabia de todo esse segredo que tinha o senhor Williams, não é mesmo − Disse o líder Orc.
− Sabia sim − disse o Oráculo − e não vejo razão para vocês ficarem surpresos.
− Por favor, Oráculo, queira contar a origem de minhas magias para todos esses inclusive para os Lideres ouvirem − disse Will.
− Aguarde um momento Will. Quero arrancar da língua desses dois lideres o cidadão que ensinou a linguagem humana para eles. − Disse o Oráculo indo em direção aos lideres.
− Não vai precisar arrancar de nossa língua, dizer o nome do traidor não fará diferença para nos. − No fundo da multidão uma pessoa afastava-se de todos − Venha aqui, Dorius Dart.
Todos os olhos que estavam no local se voltaram a um menino de 11 anos. Dorius Dart, o filho mais novo de Elizabeth Dart aos poucos se aproximava dos lideres, de Williams e do Oráculo.
− Certamente, Dorius − disse Will para Dorius, mas evitando contato visual − Tenho em mente que você é praticamente culpado por esse ataque. Ensinando a língua humana para lideres como esses, não haveria dificuldades de fazer um ataque. E quero te lembrar, que ao fazer um ataque a Zanon, pois em risco a vida de sua irmã e de Cryn, e se caso não saiba caro Dorius, sua mãe Elizabeth esta soterrada embaixo de todos esses destroços de sua casa.
− Não precisa de toda essa cerimônia Sr. Williams. − Disse Dorius sorrindo. − Sei bem o que eu faço. Quando você não pode com o inimigo, junte-se a ele.
− Falando assim, você se esquece totalmente dos seus amigos Dorius. Isso que fez, foi terrível. Você acabou com a vida de pessoas que não tinham nada a ver com sua raiva. Você preferiu matar gente da sua raça ao aprender a ficar ao lado dela. − disse Will.
− Bom, eu sou responsável pelos meus atos − disse ele num tom independente. − Mas agora, deixe o Oráculo nos dizer como esse cajado chegou a suas mãos.
− Esse maldito tem que morrer − disse um homem da multidão.
Todos começaram a falar. Alguns gritavam. Outros ameaçavam. Dorius começava a se preocupar com a multidão.
− Vocês dois, chamem o exercito − Disse Dorius para os Lideres. − E você estatua velha. Conte seus contos de fadas depois.
Dorius correu para um canto escuro da praça, e sumiu. O lideres gritaram em uma língua Orquiana e os exércitos de criaturas se formavam outra vez. A cidade se preparava para matá-los. Williams apontou seu cajado para o alto e todos os Orc e Trolls começaram a receber cargas elétricas, e em poucos segundos, eles foram desaparecendo.
− Não pense que acabou velho − gritou um dos lideres já correndo.
As pessoas que estavam desabrigadas começaram a ir até os destroços de suas casas. Procurar por restos que poderiam ser aproveitados.
− Williams. − Chamou o Oráculo. − Acha que consegue cuidar de tudo caso eles voltem?
− Pode voltar aos seus deveres Oráculo − disse Williams logo se virando em direção a sua casa que estava inteira.
Will abriu a porta e a primeira coisa que viu foi Vanessa deitada no banco almofadado que há pouco tempo atrás tomava chá com Brenda.
− Will meu querido, graças a Deus você esta bem. − Disse Brenda correndo e abraçando o marido − A Garotinha esta bem. Coloquei Cryn para dormir.
− A mãe deles morreu. E o pior, Dorius planejou tudo− Lamentou Williams.
Brenda não teve reação. Ela fez uma cara de assustada e depois se sentou numa pequena poltrona de bambu.
− Dorius, o pequeno Dorius...
− Dorius? − A voz de Cryn veio de uma pequena entrada que dava a um quarto.
− Querido − Disse Brenda indo em direção a Cryn − Volte a dormir. Hoje não foi um dia muito bom.
− O que vocês falavam de Dorius?
− Cryn. Dorius é um menino com muitos problemas. Ele tem certa raiva de alguém ou de nos, e ele foi capaz de se virar contra todos. − Disse Brenda pegando no ombro de Cryn.
− Ele foi capaz de por em risco a vida de Vanessa e de... − Cryn teve um choque, lembrara da mãe soterrada nos restos da casa − Meu Deu. Minha mãe esta lá ainda! − Gritou ele desesperado. Cryn empurrou Brenda. E foi em direção a porta. Williams pegou seu cajado e apontou para a porta. Uma camada transparente se fez em frete a porta. Cryn foi jogado uns dois metros para trás quando encontrou-se com a barreira. Cryn olhou para Williams ainda não entendendo o porquê desses problemas. Mas o que ele queria era ver sua mãe.
− Cryn, creio que tenho que lhe explicar algumas coisas. − Disse Will levantando Cryn do chão e pondo na mesma poltrona de bambu que sentara Brenda há poucos minutos atrás. Ainda com um ar de desespero, Cryn percebeu que deveria ouvir o que Will tinha a dizer.
Esta ótimo,pelo menos eu estou gostando da história.
Essa história vai ter quantos capítulos, mais ou menos?
Capitulos eu ñ sei ktos vaum ter....
mas tem badtante coisas que eu quero por ainda...
Tbm vo por alguns desenhos dos personagens, pras pessoas imaginarem como que é xD
Agora vo psota um capitulo por semana. Todos os sabado vo posta um
Brigado por ler =]~~
:rolleyes:
Gostei da história. Tem alguns erros, mas nada que não possa concertar.
Também não entendi o porque dos orcs saberem a lingua dos humanos influenciou na invasão.
priguiça de le ;P
Bomm.. primero de tudo, quero agradecer por ler xD
Sim... tem alguns erros... É que é minha primeira historia xD
Ai eu tava mtu ansioso pra posta o primeiro capitulo e algumas coisas passaram despercebidas na hora de editar XD
mass.... eu ainda estou escrevendo a historia e vou ser mais cuidadoso xD
Essa historia de dos orcs saberem a liguagem humana seria mais facil ter um atake...
isso foi uma das coisas q eu ia apaga da historia... mas acho que acabei esquecendo de apaga ;~~~
bom mass tirando esses erros espero que tenha gostado xD
Brigado de novo por ler x}
Meu deus, cara...
Para que postar tão depressa? E para que encher seu tópico com floods seus ainda?
Só há mensagens suas aqui.
Pare de querer nos forçar a ler. Se sua história chamar nossa atenção, viremos aqui ler, e se gostarmos, continuaremos a ler.
Mas não tente deixar o tópico em cima, para nos fazer ler. E manere nesses posts. Tente apenas, postar quando extremamente necessário ou surgirem posts que precisam ser respondidos.
Afinal, pelo que eu penso, aqui não é sala de bate-papo.
Hovelst
Chega de brigas por aqui. Se continuarem, vou fechar o tópico
@carlos_broglio:
O Hovelst está certo. Não permitimos dois ou mais posts seguidos de um mesmo usuário em um mesmo tópico, com conteúdos diferentes. Nós consideramos isso flood, pois você pode editar o seu post e acrescentar novas informações quando quiser. Leia as regras do fórum para maiores informações.
Fim de papo. Voltem para o assunto do tópico...