Ultimamente eu tenho inaugurado as novas histórias e esta é mais uma pro cirriculum.
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"A jovem aventureira Nadira D'Sion é uma mulher que gosta de aventura, explorar, e principalmente de emoções fortes. Muito conhecida na pequena vila que mora por desvendar tramas sinistras e ajudar a população com suas pesquisas, Nadira decide sair daqueles campos e procurar aventura na capital do continente.
Eu sei que foi intencional, mas odeio esse tipo de apresentação. Seca, direta e fraca. Assim você não acolhe o leitor e mantém ele longe da personagem, mas isso é só porque eu não gosto desse tipo, a maioria das pessoas nem se importa com a diferença.
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Mas devido a um golpe no governo e algumas complicações no sistema imobiliário da capital, Nadira acaba não encontrando o cantinho que queria, e é mandada para Dolera, uma ilhazinha vulcanica no meio do nada.
Se há uma complicação no Sistema Imobiliário ela é mandada de volta à cidade natal. Acho que você devia ter explorado mais saídas, uma das melhores é usar o Brasil como exemplo: Nenhum português tava afim de povoar essas terras, então mandaram as prostitutas, mendigos, vagabundos pra cá...
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E como se não bastasse, a situação piora ao ver seu estabelecimento: Uma casa podre, fraca, caindo aos pedaços, tida como amaldiçoada, e que não manteve seus moradores por mais de um mês.
Em narrativas sérias a força de expresão deveria ser evitada uma vez que tira a formalidade da narrativa e também pelo fato de você não ser intímo do leitor.
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Logo, Nadira se vê em meio a uma trama centerária e lendária
Centenária.
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Não há o que comentar, vamos esperar pra ver. Tome cuidado para não extraordinarizar a história e os acontecimentos.