Aew galera....
Eu vi que tinha muita pouca gente olhando no tópico que eu fiz antes ai pensei:
Será que é por causa do erro no nome do tópico??? - pq mundp de "escurodão" foi foda! xD
Então eu decidi criar um novo tópico com a intro e a primeira parte da história.
Well... ai vai!
Mundo de Escuridão
No mundo onde vivi... Há muitas criaturas que não são conhecidas por todos. São anjos, são demônios, criaturas amaldiçoadas e outras que foram santificadas. Mas no fim... Todos se perderam.
Como todos... Eu poderia ter ficado calado e quieto. Poderia ter dito que tudo era loucura e esquecido o que vi. Mas eu preferi acreditar nos meus olhos.
Era uma noite escura. Um domingo sangrento. Pois a grande lua no céu parecia ensangüentada e triste, porém viva. Andava pelas ruas de manhattan, onde o mundo parece morrer e renascer outra vez. Pois as ruas são escuras, e as pessoas estão mortas, mesmo quando vivas.
Era tarde. Sai de casa, pois eu estava só já há um ano. E isso estava me deixando triste. A rua onde estava não era muito grande, possuía muitas entradas e saídas, e havia um homem há minha frente, que de repente parou, se virou e olhou bem nos meus olhos.
Seus olhos eram frios e atraentes. Pareciam ter me congelado no infinito sem razão. Eu não havia parado. Continuava andando calmamente e continuava também preso. Preso no olhar do homem à minha frente.
Mas algo que não esperávamos aconteceu. Algo que nunca imaginei ser possível. Que me despertou delírios e loucuras. Uma criatura enorme saltou sobre o homem. E em um golpe forte arrancou-lhe a cabeça. Fiquei aterrorizado. Cai ao chão de tanto temor. Pensei estar louco e alucinado. Era um lobo ou um homem? Era simplesmente ambos. Ele abaixou-se sobre o corpo e pegou uma peça que estava pendurada no pescoço do tal homem, que já não existia mais.
Como se aquilo não fosse bastante. A tal criatura mudou de forma. Ficou menor, mas ainda assim grande. Parecia mais com um lobo agora. Um lobo enorme e feroz. Em grandes saltos saiu e adentrou as trevas da noite. Com a tal peça em suas mãos.
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Esta é apenas uma introdução há minha proxima história.
Porém voudeixar bem claro que é só para que vocês vejam e digam se o estilo está bom. Pois não postarei capítulos tão cedo, estou querndo fazer algo realmete bom. Mas para isso precisarei de tempo. E trabalharei muito nos capítulos antes de postá-los aqui.
també desejo acabar "A Batalha de Icaruz". O que me tomará tempo.
Fora o projeto "Universo" Onde estou participando.
Mas espero que entendam, e que gostem.
Seu amigo,
Euronymous.
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Bom... Sem mais delongas.
Parti I
Espero que gostem! xD
I
Não dormi esta noite. Meus lençóis estão molhados de suor. Não podia olhar para os lados do meu quarto que via a tal criatura. Mas não era possível. Como poderia tal monstro existir? Só havia uma resposta. Eu estava louco.
Levantei-me pensando no que faria da minha vida agora. Como sempre, fui primeiro para a cozinha tomar meu café da manhã, pois comer me ajudava a esquecer os problemas. Estava tudo normal como sempre esteve, e enquanto comia eu pensava como havia chegado ao meu apartamento.
Não consegui uma resposta em minha mente para tal pergunta, mais fui trabalhar mesmo assim. Meu escritório estava vazio, como sempre. Abri a porta e entrei, sentando em minha cadeira vi que havia trabalho para mim hoje.
Uma carta. Quando cartas chegavam ao meu escritório eu podia ter certeza que eram contas. Mas aquela não. Era diferente. Era bonita. E cobradores não gastariam com cartas bonitas.
Era um caso, assassinato para ser exato. Um homem havia sido assassinado em uma pequena rua da cidade. Meu sócio havia escrito a carta, e me falou para encontrá-lo em um restaurante no centro. Às onze horas.
Mas já eram dez e meia. E eu estava ali sentado.
- Droga, Ian! – Um homem acabara de entrar em um dos restaurantes mais baratos da cidade. As mesas eram mal forradas e as toalhas eram baratas. Uma mulher gorda estava vestida de garçonete andando com uma bandeja ao redor das mesas. Um homem atrás de um balcão nos fundos servia bebidas para os fregueses sentados no bar. – Já são quase doze horas.
- Calma John. – Disse enquanto se dirigia para onde o amigo estava. O homem na mesa era calvo, um pouco baixo e com uma clara barriga que deveria lhe adicionar alguns quilos na balança. – Não tive uma noite muito boa.
- Bom... Não interessa. O que importa é que amanhecemos com um bom trabalho hoje! – Parecia contente com o que falava. Apesar de haver algo de estranho em sua face pálida. – um homem foi decapitado ontem. Um cara chamado Jordam está sendo acusado e nos contratou para representá-lo no caso.
- Decapitado... – murmurou. Pensando seriamente se deveria ligar o caso exposto pelo amigo com as loucas visões que tivera na noite anterior. A resposta era, decididamente, não.
- Sim, sim. Decapitado! - ele lutava para manter o sanduíche dentro da boca enquanto falava. – vamos Ian! Pesa alguma coisa. Eu pago.
- Não. Obrigado.
- Ah... Que foi? – um leve sorriso escapava dos seus lábios enquanto batia com a palma da mão no ombro de Iam por cima da mesa. – É alguma garota?! Você levou um fora?
- Não cara! Por que esse cara esta sendo acusado?
- Não foge do assunto!
- John... – Iam dava-lhe um olhar calado e impaciente.
- Ta bom. Se você não quer me contar seus segredos. – Ian percebia claramente o tom de ironia de John em suas palavras. Depois de uma pequena pausa ele continuou:
- O cara estava louco. Dizia que tinha visto o tal velhinho já morto na rua quando foi sair de casa bem sedo. Mas quando a polícia foi ver... – ele balançou a cabeça como quem tinha um grande tesouro nas mãos. – O cara tinha tanta faca debaixo da jaqueta que a Sr.ª Smith iria ficar com inveja se visse.
- E nós vamos defender esse cara? – Ian ainda estava digerindo as informações que seu amigo lhe passara. – Depois dessa eu vou querer é um café!
Ele apontou para a mulher vestida de garçonete pedindo a bebida.
- Mas você não entendeu. O cara podia ter algum problema em sair desprotegido de casa ou coisa parecida. Mas não foi ele não. Não pode ter sido ele.
- Por quê? – Agora Ian parecia interessado no que o amigo poderia lhe dizer. O que o fazia pensar que um psicopata que leva um arsenal de facas debaixo da jaqueta ao sair de casa não poderia matar um homem?
John deixou duas fotos escorregarem na mesa para que Ian visse. A excitação estampada em seu roso o traia, mostrando que ele havia esperado ansiosamente por aquele momento.
O café que Ian já estava bebendo quase votou para a xícara quando ele se deparou com as imagens.
- Uma faca não faria esse estrago não, meu amigo. – O sorriso voltando ao seu rosto. E o tom sarcástico da voz aumentando. – Mas não iria mesmo.
Citação:
A história está sujeita a mudanças.
