Hocrux
20-01-2010, 11:41
Segue uma história que comecei..
Dyren: O mundo perdido
Relato à todos os que tentaram ou tentarão meu resgate ...
Não sei ao certo em que ano estou, ou mesmo a qual lugar poderá estas cartas serem entregues.
Tento descrever tudo que passei em minha vida, e espero que alguma raça superior encontrem-nas e entenda o que ocorre em Dyren.
Posso descrevê-lo como um mundo no qual apenas quatro raças distintas seriam capaz de brigar pela sua existência:
Orcs: Grande destreza em seus feitos, possuem uma característica física marcante pelos belos pares de presas saltados a fora de suas bocas, além do seu
belo tom extravagante de pele, um verde inexplicável.
Anões: Os feitos destes pequenos seres me intrigam, sua inteligência está acima de qualquer ser que já conheci.
Elfos: Estes sim - verdadeiros e íntegros à sua causa. Possuem uma agilidade invejável.
Humanos: Como descreveria minha própria raça? Egoístas? Ambiciosos? Não! - Prefiro descrevê-los como uma raça individualista que não se importa com nenhuma outra.
Estou um pouco fraco para continuar esta carta agora..
Enquanto isso, na saída de uma caverna:
- Eu sei onde estou! - indaga algum ser com uma voz estranha...
- Estou em Ponthunder. Sim é Ponthuder!
- Mas quem sou eu?
- "Sou um bravo guerreiro sem sentimentos, com uma grande fúria"
- Apenas não entendo porque fui criado..
Uma voz alta e grossa soa do fundo da caverna escura:
- BLACKSNITHHHHHHHHHH!
Um anão com uma espécie de avental se aproxima, e indaga:
- Pelos malditos Orcs! Finalmente eu te encontrei.. Vou ter que modificar suas configurações novamente!
O ser, revoltado responde:
- BLACKSNITH?! Quem é este!?
- Agora estou certo que cometi algum erro em sua última reconstrução Blacksnith.
O ser tenta tocar-se rapidamente, e diz:
- Reconstrução? Você quer dizer que sou uma máquina?!
O Anão com um olhar sarcástico retruca:
- Não! Claro que não! Você não é mais uma máquina, você nunca foi uma..
- Você é meu animal de estimação ou melhor minha melhor invenção - Eu sou seu mestre, e me chamo Trocker o Anão.
Um olhar mortal toma conta de Blacksnith que diz:
- Isto é impossível, eu não serei um animal de estimação de ninguém - ainda mais de um ser pequeno como você!
- E você acha que tem alguma escolha Blacksnith? Eu sou seu mestre e comando você, mesmo sendo um anão e não um 'ser pequeno'.
Blacksnith vira-se rapidamente e grita:
- Então você morrerá Trocker o anão, pois não vou ser comandado por nin..gu....
O incrível Blacksnith paralisou - parecia mais uma estatua, de sua cabeça caiu algo parecido com uma bateria ou uma fonte de energia muoto brilhante. Com um tom de voz mais baixo indagou:
- Eu não consigo mover meu corpo, o que está acontecendo!?
Gargalhando Trocker responde:
- Um mero robô tentando me matar!? Não! não desta vez.
- Como eu já havia dito, sou seu mestre, e posso controlá-lo em qualquer lugar.
Nenhum som saiu da boca de Blacksnith, apenas seus olhos movimentavam-se em direção do anão com fúria, e o anão ainda o questionava:
- Por que está tão preocupado Blacksnith? Você deveria agradecer poder ter um lugar para ficar.
- Agradecer o quê?! Eu quero sangue! Quero lutar! Me deixe sair desta caverna seu maldito anão!
- Não não não não! Você não está pronto para sair mundo afora! Tem muitos Orcs à procura de escravos, e estou certo que você não serve nem para escravo!
- E estou ainda mais certo que suas configurações deve ser alteradas!
- Até a próxima reconstrução meu pequeno Blacksnith!
Os olhos de Blacksnith pararam, seu corpo foi atirado ao chão..
O anão grita rapidamente:
- GORLAMMMMM
Uma pequena maquina sem cabeça com uma voz doce se aproxima dizendo:
- Sim mestre? Como posso ajudá-lo?
- Escute meu pequeno Gorlam: Eu falhei novamente com o Blacksnith - Ele continua pensando que é um humano, um guerreiro!
- Dá para acreditar?!
A máquina responde:
- Oh mestre, nós teremos que passar mais algumas noites trabalhando nele para aperfeiçoá-lo, e ele estará pronto pro grande dia!
- Sim! Mas nosso tempo é curto, eu preciso configurá-lo o quanto antes.
- Preciso de sua ajuda novamente para obter mais suprimentos.
- Sim mestre, o que precisa desta vez?
- Deixe me ver...
O anão puxa um breve pergaminho que dizia:
* 5 cumbucas de água do rio Yuri
* 4 pedras élficas. <Tente não roubá-la desta vez Gorlam! não quero nenhum elfo bisbilhoteiro em nossa caverna!>
* 2 cumbucas de veneno de aranha do pantano
- Tudo entendido Gorlam?!
- Poderoso mestre!, para os dois primeiros itens não terei problemas em encontrá-los.
-- Mas tratando-se do terceiro, eu temo quanto ao veneno! Não tenho condições de entrar no pântano novamente, aquelas aranhas sempre me confundem com meras
moscas gigantes, e além do mais.. eu não possuo uma arma para combatê-las.
- Eu acho que você esqueceu-se que sou incapaz de matar alguém mestre!
- Não não não! Para de me amolar com este papo! Esqueça tudo o que disse sobre o terceiro item! Vou ter que procurar a eficiência de um inocente humano para obtê-lo. Já é tarde Gorlam! Vá e consiga minha lista imediatamente.
- Sim mestre!
Continua...
Crítica-construtivas são bem vindas.
Obrigado.
Hocrux~
Dyren: O mundo perdido
Relato à todos os que tentaram ou tentarão meu resgate ...
Não sei ao certo em que ano estou, ou mesmo a qual lugar poderá estas cartas serem entregues.
Tento descrever tudo que passei em minha vida, e espero que alguma raça superior encontrem-nas e entenda o que ocorre em Dyren.
Posso descrevê-lo como um mundo no qual apenas quatro raças distintas seriam capaz de brigar pela sua existência:
Orcs: Grande destreza em seus feitos, possuem uma característica física marcante pelos belos pares de presas saltados a fora de suas bocas, além do seu
belo tom extravagante de pele, um verde inexplicável.
Anões: Os feitos destes pequenos seres me intrigam, sua inteligência está acima de qualquer ser que já conheci.
Elfos: Estes sim - verdadeiros e íntegros à sua causa. Possuem uma agilidade invejável.
Humanos: Como descreveria minha própria raça? Egoístas? Ambiciosos? Não! - Prefiro descrevê-los como uma raça individualista que não se importa com nenhuma outra.
Estou um pouco fraco para continuar esta carta agora..
Enquanto isso, na saída de uma caverna:
- Eu sei onde estou! - indaga algum ser com uma voz estranha...
- Estou em Ponthunder. Sim é Ponthuder!
- Mas quem sou eu?
- "Sou um bravo guerreiro sem sentimentos, com uma grande fúria"
- Apenas não entendo porque fui criado..
Uma voz alta e grossa soa do fundo da caverna escura:
- BLACKSNITHHHHHHHHHH!
Um anão com uma espécie de avental se aproxima, e indaga:
- Pelos malditos Orcs! Finalmente eu te encontrei.. Vou ter que modificar suas configurações novamente!
O ser, revoltado responde:
- BLACKSNITH?! Quem é este!?
- Agora estou certo que cometi algum erro em sua última reconstrução Blacksnith.
O ser tenta tocar-se rapidamente, e diz:
- Reconstrução? Você quer dizer que sou uma máquina?!
O Anão com um olhar sarcástico retruca:
- Não! Claro que não! Você não é mais uma máquina, você nunca foi uma..
- Você é meu animal de estimação ou melhor minha melhor invenção - Eu sou seu mestre, e me chamo Trocker o Anão.
Um olhar mortal toma conta de Blacksnith que diz:
- Isto é impossível, eu não serei um animal de estimação de ninguém - ainda mais de um ser pequeno como você!
- E você acha que tem alguma escolha Blacksnith? Eu sou seu mestre e comando você, mesmo sendo um anão e não um 'ser pequeno'.
Blacksnith vira-se rapidamente e grita:
- Então você morrerá Trocker o anão, pois não vou ser comandado por nin..gu....
O incrível Blacksnith paralisou - parecia mais uma estatua, de sua cabeça caiu algo parecido com uma bateria ou uma fonte de energia muoto brilhante. Com um tom de voz mais baixo indagou:
- Eu não consigo mover meu corpo, o que está acontecendo!?
Gargalhando Trocker responde:
- Um mero robô tentando me matar!? Não! não desta vez.
- Como eu já havia dito, sou seu mestre, e posso controlá-lo em qualquer lugar.
Nenhum som saiu da boca de Blacksnith, apenas seus olhos movimentavam-se em direção do anão com fúria, e o anão ainda o questionava:
- Por que está tão preocupado Blacksnith? Você deveria agradecer poder ter um lugar para ficar.
- Agradecer o quê?! Eu quero sangue! Quero lutar! Me deixe sair desta caverna seu maldito anão!
- Não não não não! Você não está pronto para sair mundo afora! Tem muitos Orcs à procura de escravos, e estou certo que você não serve nem para escravo!
- E estou ainda mais certo que suas configurações deve ser alteradas!
- Até a próxima reconstrução meu pequeno Blacksnith!
Os olhos de Blacksnith pararam, seu corpo foi atirado ao chão..
O anão grita rapidamente:
- GORLAMMMMM
Uma pequena maquina sem cabeça com uma voz doce se aproxima dizendo:
- Sim mestre? Como posso ajudá-lo?
- Escute meu pequeno Gorlam: Eu falhei novamente com o Blacksnith - Ele continua pensando que é um humano, um guerreiro!
- Dá para acreditar?!
A máquina responde:
- Oh mestre, nós teremos que passar mais algumas noites trabalhando nele para aperfeiçoá-lo, e ele estará pronto pro grande dia!
- Sim! Mas nosso tempo é curto, eu preciso configurá-lo o quanto antes.
- Preciso de sua ajuda novamente para obter mais suprimentos.
- Sim mestre, o que precisa desta vez?
- Deixe me ver...
O anão puxa um breve pergaminho que dizia:
* 5 cumbucas de água do rio Yuri
* 4 pedras élficas. <Tente não roubá-la desta vez Gorlam! não quero nenhum elfo bisbilhoteiro em nossa caverna!>
* 2 cumbucas de veneno de aranha do pantano
- Tudo entendido Gorlam?!
- Poderoso mestre!, para os dois primeiros itens não terei problemas em encontrá-los.
-- Mas tratando-se do terceiro, eu temo quanto ao veneno! Não tenho condições de entrar no pântano novamente, aquelas aranhas sempre me confundem com meras
moscas gigantes, e além do mais.. eu não possuo uma arma para combatê-las.
- Eu acho que você esqueceu-se que sou incapaz de matar alguém mestre!
- Não não não! Para de me amolar com este papo! Esqueça tudo o que disse sobre o terceiro item! Vou ter que procurar a eficiência de um inocente humano para obtê-lo. Já é tarde Gorlam! Vá e consiga minha lista imediatamente.
- Sim mestre!
Continua...
Crítica-construtivas são bem vindas.
Obrigado.
Hocrux~